quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Vitória heroica no peito e na raça contra o Cruzeiro

O Mengão jogou com raça honrando as tradições rubro-negras e eliminou o Cruzeiro da Copa do Brasil. Elias jogou muito mesmo machucado.e fez o gol da vitória aos 42 do segundo tempo. Rafinha também jogou bem e não pode sair do time. Paulinho entrou bem . 
Só não entendo a insistência do Mano em escalar o Carlos Eduardo. Ele não joga nada. Devolve esse cara para os russos. Melhor colocar o Adryan.
A Nação deu um show. Foi de arrepiar!! Obrigada, Elias e Rafinha!
O Mengão agora pega o Bota nas quartas de final e tem jogos difíceis no Brasileiro contra Corinthians,  Vitória e Cruzeiro.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Dia de decisão

Hoje no jogo contra o Cruzeiro é vencer ou vencer. Dia de emoção, de ter raça e ser Flamengo!
Ainda bem que a maior torcida do mundo vai encher o Maracanã. Moro perto do estádio e quero ouvir a torcida cantar, já que vou ver o jogo pela TV e torcer muito pela vitória do Mengão. Espero que o Mano não coloque o Carlos Eduardo. Queria que o Rafinha , o Adryan e o Elias jogassem. Dia de ir para cima e jogar com inteligência, ofensividade, raça, amor e paixão!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Viagem Literária

Júlia, professora de literatura, alta, magra é apaixonada pelos escritores do século XX, especialmente os que renovaram a literatura brasileira na década de 1930.
Como o personagem de Meia Noite em Paris, Júlia sonha em encontrar os autores que mais admira. Viaja em uma máquina do tempo e desembarca na Livraria José Olympio no centro da cidade maravilhosa em 1937 e dá de cara com Zé Lins, Jorge Amado, Graciliano, Drummond e Bandeira.
Fica perplexa, escorre uma lágrima dos olhos amendoados, mas tenta se conter:
— Não é possível! Caramba, consegui! Estou na frente de meus mestres! Respira fundo, Júlia! O coração parece que vai saltar do peito.
Júlia toma coragem e se aproxima dos escritores, que conversam animadamente sobre literatura e política.
— Com licença, meus mestres. É um prazer conhecê-los.
Os escritores convidam a professora a se juntar ao grupo e a mulher de cabelo acobreado treme de emoção.
— Jorge, adoro seus livros. Mar Morto é uma obra prima. Jubiabá também.
Amado agradece e autografa um exemplar da narrativa lírica e trágica de Lívia e Guma e Graciliano realiza o sonho de Júlia de ter um exemplar do segundo romance do brilhante escritor alagoano assinado pelo mestre.
Graciliano fica tímido quando a moça diz:
São Bernardo é meu livro de cabeceira. Magistral o drama de Paulo Honório e Madalena. Sua capacidade de retratar o psicologismo dos personagens é fantástica. Angústia é espetacular.
—Deixe de bestagem. Meu terceiro romance tem muitos erros. Mas obrigado por ler meus livros.
— Ela tem razão, responde Zé Lins. Você é o nosso Dostoievski.
Júlia aproveita para elogiar Menino de Engenho, um primor do memorialismo brasileiro, e diz:
— Também sou Flamengo, Zé Lins!
Graciliano torce o nariz e o escritor paraibano comemora:
— Oxente! Uma senhorita que gosta de futebol. Você tem bom gosto, minha filha.
— Obrigada, Zé Lins. Nosso time ainda vai conquistar o mundo.
Júlia se dirige ao poeta magro e tímido.
— Adoro “Infância” e “Poema de Sete Faces”, Drummond.
— Obrigado, diz o grande poeta, que encantaria gerações.
— Bandeira, gosto muito de seu livro Libertinagem.
— Você é muito gentil, senhorita.
— Adorei poder conversar com vocês.
— Foi um prazer, moça bonita, responde Jorge.
Todos se despedem da professora com cordialidade.

Júlia dá adeus aos grandes nomes da literatura brasileira, sai da histórica livraria na famosa Rua do Ouvidor e num passe de mágica está no jardim de sua casa, cercada por rosas, margaridas e azaleias, se sentindo imensamente feliz por esse encontro inesquecível.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

O Tempo e o Vento no cinema

O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo, é um dos maiores romances históricos da literatura brasileira. A escrita precisa e sensível do escritor gaúcho reconstrói a Guerra dos Farrapos e narra a saga de uma família, mostrando a cultura dos pampas.
Quero muito ver Thiago Lacerda como Capitão Rodrigo e Fernanda Montenegro como Bibiana.
Vejam a reportagem do jornal O Globo e o trailer do filme:

Flores Raras

Adorei o filme Flores Raras, de Bruno Barreto. Glória Pires e Miranda Otto dão um show de interpretação como Lota, arquiteta brasileira que idealizou o Parque do Flamengo, e a poeta americana Elizabeth Bishop, que morou no Brasil nas décadas de 1950 e 1960. 
O filme mostra com sensibilidade o amor dessas duas mulheres. Adorei saber mais detalhes da vida de Bishop e Lota e a a fotografia do filme. Estavam à frente de seu tempo e tiveram que lutar contra preconceitos e problemas pessoais.
Eu já conhecia alguns poemas de Bishop traduzidos brilhantemente por meu professor e poeta Paulo Henriques Britto e agora fiquei com vontade ler Bishop e outros poetas americanos como Emily Dickinson, Carlos Williams e Marianne Moore.
Vale a pena deixar de ter preconceito e ver o filme!

Cruzeiro 2 X 1 Flamengo

O Flamengo jogou mal contra o Cruzeiro. Mano inventou de botar Samir, zagueiro recém saído da base como lateral, e Fernandinho, atacante esforçado, mas inexperiente. Por que não botou Nixon  no ataque e o André Santos ou João Paulo na lateral e Adryan no meio? Não entendi nada até agora.
O Cruzeiro jogou melhor, fez golaço e Felipe defendeu o que podia. Sorte que o Carlos Eduardo, mesmo jogando mal fez um gol.
Agora é jogar melhor e vencer no Maraca. Espero que seu Mano não me venha mais com experiências idiotas no jogo de sábado contra o Grêmio nem no jogo de volta contra o Cruzeiro.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Flamengo X Cruzeiro hoje!

Depois do empate contra o São Paulo com o Felipe salvando a pátria rubro-negra, o Mengão encara hoje o Cruzeiro no Mineirão. O Cruzeiro tem um bom time, está bem no Brasileiro, mas o Flamengo tem tradição. Espero que o Urubu voe alto e bique a Raposa. Vamos torcer muito!