Feliz Aniversário para o maior lateral esquerdo que vi jogar: Leovegildo Lins da Gama Junior. Jogador de categoria e raça e que mais vezes defendeu o Manto Sagrado (876 partidas). Conquistou seis títulos estaduais (1974, 1978, 1979, 1979 Especial, 1981 e 1991), quatro Brasileiros (1980, 1982, 1983, 1992), uma Copa do Brasil (1990), a Libertadores e o Mundial em 1981.
Quando voltou da Itália em 1989, passou a jogar no meio campo como um verdadeiro maestro e comandou o Flamengo junto com Gilmar, Zinho, Nélio, Gaúcho, Marcelinho e Djalminha na conquista do carioca de 1991 e na conquista do Penta em 1992.
Desfilou categoria, garra e experiência nos gramados e na areia. Hoje é comentarista da Globo.
Feliz Aniversário, Maestro! Muito obrigada por todas as alegrias que você deu à Nação Rubro-Negra!
Criei esse blog para escrever sobre minhas paixões: a literatura, o Flamengo, o cinema e o rock dos anos 70 e 80.
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sábado, 29 de junho de 2013
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Homenagem ao supertime campeão mundial (1981)
Eu tinha cinco anos quando o timaço do Flamengo --Raul, Leandro, Marinho, Mozer, Junior, Andrade, Adílio, Tita, Zico, Nunes e Lico --venceu o Liverpool por 3 a 0 e ganhou o Mundial Interclubes. Infelizmente, não vi aquele jogo, pois na época eu dormia muito cedo. No dia seguinte é que meu irmão tricolor me disse que o Mengão era campeão do mundo e fiz a maior festa gritando: ''É campeão!! É campeão!!''. Me lembro de ter visto na TV os gols do Nunes (2) e do Adílio e a imagem do meu grande ídolo Zico levantando mais uma taça, a mais importante da vitoriosa história rubro-negra.
Os passes do Zico para os gols do Nunes são absolutamente geniais: no primeiro gol, o Galo fez um lançamento de cinema para o grande artilheiro das decisões chutar com precisão e abrir o placar; no terceiro gol, outro lançamento fantástico do eterno (e maior!) camisa 10 da Gávea para o Nunes marcar outro golaço. No segundo gol, Zico cobrou falta e Adílio aproveitou a sobra para deixar sua marca. No primeiro tempo, a vitória já estava praticamente garantida e o time inglês nem viu a cor da bola.
A experiência e a segurança do Raul (o primeiro grande goleiro que vi jogar), a habilidade do fantástico lateral direito Leandro, a classe do zagueiro Mozer, a incrível raça do Júnior, a elegância do Andrade, os dribles geniais e os gols do Adílio, a genialidade, os gols e as cobranças de falta extraordinárias de Zico e o faro de gol do Nunes sempre ficarão guardados no meu coração e na minha memória como a melhor lembrança da minha infância. Esse timaço me ensinou que lutando e dando o melhor de si é possível conquistar tudo o que se quer: a raça, o talento, a humildade a união são a chave para as grandes vitórias no futebol e na vida.
Por isso, eu não podia deixar de homenagear o maior time da história do Mengão (e do futebol) no dia em que essa conquista histórica completa 29 anos.
Os passes do Zico para os gols do Nunes são absolutamente geniais: no primeiro gol, o Galo fez um lançamento de cinema para o grande artilheiro das decisões chutar com precisão e abrir o placar; no terceiro gol, outro lançamento fantástico do eterno (e maior!) camisa 10 da Gávea para o Nunes marcar outro golaço. No segundo gol, Zico cobrou falta e Adílio aproveitou a sobra para deixar sua marca. No primeiro tempo, a vitória já estava praticamente garantida e o time inglês nem viu a cor da bola.
A experiência e a segurança do Raul (o primeiro grande goleiro que vi jogar), a habilidade do fantástico lateral direito Leandro, a classe do zagueiro Mozer, a incrível raça do Júnior, a elegância do Andrade, os dribles geniais e os gols do Adílio, a genialidade, os gols e as cobranças de falta extraordinárias de Zico e o faro de gol do Nunes sempre ficarão guardados no meu coração e na minha memória como a melhor lembrança da minha infância. Esse timaço me ensinou que lutando e dando o melhor de si é possível conquistar tudo o que se quer: a raça, o talento, a humildade a união são a chave para as grandes vitórias no futebol e na vida.
Por isso, eu não podia deixar de homenagear o maior time da história do Mengão (e do futebol) no dia em que essa conquista histórica completa 29 anos.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Parabéns, Maestro!!
Hoje, dia 29 de junho, é aniversário de um dos maiores craques da história do Flamengo: o grande maestro Júnior.
Quando comecei a acompanhar futebol no início dos anos 80, o Júnior era o lateral esquerdo do timaço do Mengão que marcou a minha infância e a história do futebol ao conquistar o Brasil, a América e o mundo e desde sempre sua técnica e sua raça descomunal me impressionaram muito. Por isso , considero o Júnior o melhor lateral esquerdo que vi jogar.
Júnior foi para a Itália em 84, encantou os italianos do Torino e do Pescara com seu futebol e voltou para o Mengão em 89. Jogando no meio campo, Júnior comandou com brilhantismo uma nova geração na conquista da Copa do Brasil em 90, do Carioca em 91 contra o Flu e do PENTA brasileiro em 92, passando a ser chamado com toda justiça de Maestro pela Nação. O gol de falta do Maestro contra o Botafogo é um gol muito marcante para mim, assim como o passe do Júnior para o gol do Zico na final do Brasileiro de 83 e o gol do Maestro contra a Argentina na Copa de 82.
Além de brilhar nos gramados, o Maestro também se consagrou no futebol de areia, sendo grande incentivador da modalidade no Brasil e conquistando inúmeros títulos com a Seleção Brasileira de Beach Soccer.
Muito obrigada por tudo que você fez pelo Mengão, Maestro!!!! Desejo que você tenha sempre muita saúde, sucesso e paz.
Quando comecei a acompanhar futebol no início dos anos 80, o Júnior era o lateral esquerdo do timaço do Mengão que marcou a minha infância e a história do futebol ao conquistar o Brasil, a América e o mundo e desde sempre sua técnica e sua raça descomunal me impressionaram muito. Por isso , considero o Júnior o melhor lateral esquerdo que vi jogar.
Júnior foi para a Itália em 84, encantou os italianos do Torino e do Pescara com seu futebol e voltou para o Mengão em 89. Jogando no meio campo, Júnior comandou com brilhantismo uma nova geração na conquista da Copa do Brasil em 90, do Carioca em 91 contra o Flu e do PENTA brasileiro em 92, passando a ser chamado com toda justiça de Maestro pela Nação. O gol de falta do Maestro contra o Botafogo é um gol muito marcante para mim, assim como o passe do Júnior para o gol do Zico na final do Brasileiro de 83 e o gol do Maestro contra a Argentina na Copa de 82.
Além de brilhar nos gramados, o Maestro também se consagrou no futebol de areia, sendo grande incentivador da modalidade no Brasil e conquistando inúmeros títulos com a Seleção Brasileira de Beach Soccer.
Muito obrigada por tudo que você fez pelo Mengão, Maestro!!!! Desejo que você tenha sempre muita saúde, sucesso e paz.
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